sexta-feira, 22 de março de 2013

De igreja hospital para igreja circense!

Quando criança, eu fui criado em hospitais, desde os 2 anos de idade tenho bronquite asmática, meu pai era militar e graças a Deus eu nunca tive que esperar em uma emergência para ser atendido, e por diversas vezes escapei da morte, lembro bem que em uma das minhas crises mais fortes quando adolescente, tive duas paradas respiratórias dentro do carro, indo para o hospital. Mas como tudo que é bom, dura pouco, minha dependência do plano de saúde de meu pai duraram até a minha maior idade.

Depois disso passei a depender do nosso "maravilhoso SUS" (Sistema Único de Saúde) que como afirmou o nosso presidente em uma antiga entrevista: "A saúde publica no Brasil está beirando a perfeição!"

Eu entendi que o Lula realmente nunca mais foi em um hospital público, depois de se tornar líder sindical e presidente da república, será que naquela época, os hospitais públicos eram bons?

Mas o que realmente me deixa chateado, é saber que impostos são cobrados, e não são poucos, para que o povo brasileiro tivesse um pingo de respeito, o dinheiro nós já demos, mas onde será que ele vai parar, que não está sendo empregado onde deveria?

Recentemente, eu estava em um culto e ao final fui lanchar com uns amigos, ao chegar no shopping, o lado direito das minhas costas foi tomada por uma dor insuportável, a dor era tão forte que meu braço adormeceu, sem saber o que fazer, tomei dois comprimidos de dorflex que minhas amigas compraram para mim, (aprendi com um amigo de BH) e até que a dor aliviou um pouco, eu nem consegui comer direito.

No dia seguinte, eu me aventuro no hospital público da minha cidade, ao chegar bem cedo, o hospital já estava lotado parecia o show do Woodstock em 69.

Depois de muitas horas, consegui chegar até a triagem, (detalhe, eu estava na emergência) a enfermeira educada como uma porta, faz uma rápida entrevista e me manda para uma cadeira do lado de fora da sala para medir minha pressão, mais gente na fila, depois para o consultório, eu só sei que depois de muitas horas quando fui atendido, o médico não olha em meus olhos e não toca em mim, faz algumas perguntas, receita uma injeção, e alguns exames. Depois de um dia cansativo, foi diagnosticado, um espasmo muscular, o médico receitou alguns remédios, que por sinal não tinha na farmácia que dá os remédios de graça e eu fui embora, gastei a grana que não estava prevista, e fiquei tomando os remédios, passando alguns dias a dor não parou, e pior, agora era no peito. Voltei no hospital, a mesma novela para ser atendido novamente. Outro médico, outro diagnostico, dessa vez correto, pneumonia!

Pensando e refletindo em tudo o que tinha me acontecido, me lembrei que no primeiro dia uma senhora já de idade bem avançada chegou sentindo fortes dores na perna, ela estava com o tornozelo inchado e não podia tocar o pé no chão, ela tinha levado um tombo, provavelmente estava com a perna quebrada, ela teve que passar por todo aquele processo também. A forma como ela estava sendo tratada me deixou indignado, e apesar de também estar sentindo uma forte dor, e estar a várias horas esperando, não pensei duas vezes em permiti que ela passasse na minha frente, mas os outros pacientes não foram tão pacientes, e eu nem poderia culpá-los, muitos haviam chegado com suas criaças de madrugada.

O descaso, nestes hospitais, com os velhos as crianças e todo mundo que tenta ser atendido descentemente e luta pelos seus direitos, me fez lembrar como anda do Hospital para as nossas almas, mais conhecido como Igreja.

Quando eu morei na Região Sul do país, eu freqüentei uma igreja, durante 2 meses, eu assistia 3 cultos na semana, após um mês e meio eu recebi meu primeiro: Boa noite, seja bem vindo! Muito feliz com a atitude daquele irmão eu fui procurá-lo, para minha decepção, sua simpatia e educação era ligado diretamente ao seu regionalismo, ele era carioca, morava no Sul há 14 anos, como eu queria que ele fosse sulista!

Para completar minha triste desventura nesta igreja, em um culto de domingo à noite eu estava sentado na galeria, quando eu avistei um morador de rua entrando no templo, meu coração até bateu mais rápido, Deus sabe como eu curto e considero esses caras! Para mais uma decepção minha, o diácono da recepção, educadamente pediu para o homem se retirar, usando o argumento de que o templo estava lotado e não tinha lugar para ele se sentar.

No inicio de 2010, eu fui convidado para pregar em uma Igreja Batista, mais o inusitado, foi à proposta do pastor, ele pediu que eu me vestisse de mendigo, e quando ele fosse apresentar o pregador da noite eu apareceria lá na frente, como eu topo tudo pela graça, graça divina é claro, rapidamente me prontifiquei, a receptividade até que foi boa na hora de cumprimentar os visitantes, mas depois da minha mensagem, alguns irmãos vieram me pedir perdão, pois ficaram com nojo, ou constrangidos de vim me cumprimentar na hora do louvor, deu para perceber que eu caprichei no disfarce, uma irmã em especial me chamou a atenção, ela me disse o seguinte:

-Missionário, eu preciso pedir perdão a Deus, e em segundo lugar a você, quando o pastor mandou que nós abraçássemos nossos visitantes, eu não vi em você uma pessoa digna de um abraço, e nem de estar neste lugar...

Seus olhos estavam marejados em quanto ela se desculpava. Essa irmã pelo menos pediu perdão, mas quantos de nós negligenciamos, um abraço, um boa noite ,ou um simples sorriso?

Alguns historiadores narram que Mahatma Ghandhi, era um grande admirador do cristianismo, e estudioso da Palavra também, em uma de suas visitas a um templo protestante inglês, ele sentiu na pele e no coração o preconceito dos cristãos para com os indianos, Ghandhi dizia que o Cristo dos cristãos era maravilhoso, pena que eles com suas praticas, colocavam o Deus que eles criam e pregavam em uma caixa de sapatos.

Passados vários anos após a sua morte, hoje não é muito diferente o descaso da Igreja, e eu não me refiro somente aos excluídos ou marginalizados, mas quanto a toda a sociedade, este descaso tem sido gritante, nossos cultos nossas pregações e nossos discursos, muitas vezes são enganosos e controversos, caem na mesma ladainha de muita teoria e pouca ou nenhuma ação. Não queremos tirar Deus da caixa de sapatos, para poder manipulá-lo melhor. É interessante pensarmos que quando nosso cachorro fica doente, nós o levamos em um veterinário particular, ou seja, caro. Se nós vamos ajudar um necessitado, nós o deixamos na porta de um hospital público, que na maioria das vezes parece um açougue. Os cães têm um tratamento digno, e o ser humano, a imagem e semelhança do Criador, tem o SUS.

Mas graças a Deus, que muitos líderes tem se despertado, e feito de suas Igrejas verdadeiros hospitais para as almas cansadas e sofridas, tem se pregado o verdadeiro Evangelho do Reino de Deus, onde pessoas têm sido abraçadas pela Graça, e o Amor do Pai. Louvo a Deus por esses pastores e líderes que entenderam que Jesus Cristo veio para enfermos e não para os que estão sãos, e que Jesus não veio sarar o bolso de ninguém.

Suas vidas e suas palavras, levam as pessoas ao arrependimento real de seus pecados, evangelizam com atitudes e não somente com palavras.

O problema é que, muitas igrejas (com letra minúscula), querem ser como a saúde pública no Brasil, tratam com descaso a sociedade, se fechando a ponto de, em vês de se parecerem com hospitais para as almas feridas pelo pecado, mais se parecem com verdadeiros circos evangélicos.

Nesses lugares nós vemos um bando de palhaços querendo aparecer na hora do louvor, vamos ver quem pula ou grita mais alto! Profetisas de postes, que ouvem as conversas nas ruas e levam para os cultos em forma de revelações, com várias manifestações chamadas espirituais se fazem parecer dançarinas de can-can cheias de pseudo-santidade. Pastores bispos e apóstolos, disputam o lugar dos mágicos, quanto mais glossolalias e curas divinas, mais espirituais os tais são considerados, fazem desaparecer dízimos e ofertas em um passe de mágica. Líderes de jovens se digladiam por células, e por almas que são tratadas como números ou metas, (apenas pedaços de carne) eles fazem de tudo para tomar os discípulos uns dos outros, eles seriam bons domadores de leões. Corajosos e destemidos, jogariam a própria mãe em uma jaula de leões famintos, só para ser o 12 de algum pastor figurão. Os discípulos coitados, esses são apenas espectadores, que sonham em ser um desses artistas circenses, o problema é que cada culto no picadeiro, não é de “graça”, que aliás anda bem longe dessas igrejas, eles tem que pagar o ingresso, que não costuma ser barato, quando o espetáculo é televisionado fica pior, vai ver quanto que é a entrada de dízimos e ofertas de uma igreja circense que tem programas de TV, afinal são muitos funcionários para bancar, nessas igrejas ostentar prosperidade é uma forma de evangelismo, e até que funciona, desde que eles não tenham que largar a vida circense, ta beleza!

Hospital? Deus me livre! Ele me chamou para receber o melhor dessa terra, Deus me constituiu por cabeça e não por cauda, e onde eu colocar meus pés, esse lugar será abençoado!

Se eles quiserem assistir o culto de um picadeiro, quem sabe Deus não cura as feridas deles?

Assim é o discurso, de muitos líderes circenses.

Se vocês já leram outros textos meu, já devem ter percebido que eu critico bastante as igrejas que não cumprem sua missão bíblica, creio que tenho autoridade para isso, pelo fato de, durante muito tempo ter feito parte dessas igrejas descompromissadas, e permitir que minha religiosidade fosse mais importante que o ser humano, como os caras que crucificaram Jesus. Eu não pedi exclusão ou me desliguei, de minha Igreja local, conseqüentemente de minha denominação, eu entendi que os agentes transformadores somos nós, e não a estrutura física ou denominacional, o templo do Espírito Santo, sou eu e você. Não espere sua Denominação ou Igreja local, se voltar para a sociedade e ser resposta, seja você em Deus esta resposta, seja eu e você reflexos de Jesus Cristo.

A pergunta que fica para nós é: Eu como templo do Espírito Santo, Igreja viva do Deus Vivo, tenho sido como referencia para a sociedade, um enfermeiro do Médicos dos Médicos, ou um palhaço de uma igreja circo de Satanás?

Enquanto isso o mundo lá fora continua na mesma, mortes, violência, corrupção, etc... Espero em nome de Jesus Cristo, que você não dependa nunca de um hospital público brasileiro para sobreviver, e nem de uma igreja circense para servir a Deus...

“Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, e, sim, os enfermos.
Eu não vim chamar os justos, e, sim, os pecadores ao arrependimento.”
Lucas 5:31-32
Jocum DF 
Por :
Robert Itamar Alves Da Costa

sexta-feira, 8 de março de 2013

Musiculto - Conexão Jovem - PIB


Conexão Jovem realiza seu primeiro evento musiCulto, sábado dia 20 de abril de 2013 ás 19h:30m, comemorando seus 6 (seis) anos de ministério. Tendo como participações de bandas de rock e rappers de diversas origens. Contamos com sua presença...
Local: Primeira Igreja Batista em Caldas Novas.

Tribos, Piercing e Tatoo


Existem muitos textos sobre este assunto, mas escolhi este por entender que a abordagem está bem de acordo com o nosso pensamento atual.

Fonte: Blog Solomon


"Piercings estão cada vez mais comuns em nossos dias. Algo que há menos uma década era olhado com reprovação e preconceito, é hoje visto em homens, mulheres, jovens e até crianças. Se a sociedade parece estar aceitando esses adereços cada vez com mais naturalidade, os cristãos parecem confusos a respeito. Afinal de contas, a questão da aparência ainda é assunto de grande discussão e controvérsia em muitos círculos evangélicos. A primeira coisa que precisamos ter em mente quando o assunto é aparência pessoal, é que se trata de algo que muda com o tempo e com o lugar.

Usos e costumes estão diretamente ligados à cultura. Basicamente uma cultura é formada por três elementos: cosmovisão (a maneira como um povo vê o mundo), sistema de valores (o que é importante para aquele povo) e normas de conduta (o modo como um povo se comporta, e isso diz respeito tanto à vestimenta, como ao modo de se relacionar com os outros, etc.). Culturas são diferentes de acordo com sua cosmovisão, valores e normas de conduta. Arrotar em público após uma refeição é totalmente aceitável (e até louvável) em certas culturas, e repugnante em outras. Uma mulher com os seios à mostra é normal em muitos países da África (onde a mesma mulher não pode exibir as pernas acima do tornozelo) enquanto que o mesmo é obsceno em outras partes do mundo. Beijar na boca em público é normal aqui no Brasil, mas pode levar alguém à cadeia em certos países islâmicos. Nestes mesmos países islâmicos, um homem não pode andar de mãos dadas com sua esposa, mas pode andar de mãos dadas com outro homem. No Ocidente tal prática evoca idéias de homossexualismo. E por aí vai. Todas essas coisas são formas de expressão cultural. Podem ser um insulto ou algo escandaloso para os de fora (que não fazem parte da cultura), mas não são necessariamente erradas para quem é daquela cultura. O fato é que nenhuma cultura é totalmente igual à outra e nenhuma cultura está acima da outra



João viu no céu povos de todas as tribos, raças, línguas e nações (grupos étnicos). Todas as culturas possuem elementos que precisam ser valorizados e outros que precisam ser transformados pelo Evangelho. Sendo que a aparência pessoal é uma questão de expressão cultural, esta aparência também muda de acordo com a cultura. Pinturas na face e no corpo estão presentes em diversas culturas. Na Polinésia, os nativos usam a tatuagem para escrever sua história familiar no corpo. A tatuagem e o piercing no umbigo eram comuns no Antigo Egito. Alguns povos usam piercing, brincos e outras formas de alteração do corpo (body modification ou simplesmente body modi).

O problema é que o mundo está ficando pequeno. Estamos nos tornando cada vez mais uma aldeia global. Esta globalização faz com que certos costumes que antes só eram vistos em algumas culturas isoladas e lugares remotos da terra, comecem a se tornar moda em todo o mundo. A tatuagem de henna é um exemplo recente desta realidade. E quem são os responsáveis pelo lançamento da moda em nosso mundo? Os meios de comunicação em massa, que muitas vezes mostram artistas, músicos e cantores usando determinada roupa, adereço, estilos diferentes muitas vezes copiados por nós, ou porque não dizer, copiados de nós.



Isto mesmo! Citando dois exemplos: Os Rapper’s americanos não inventaram um estilo de roupa e ornamentos, eles já existiam, porém foram popularizados pela mídia. A popularização de alguns costumes orientais no Ocidente teve forte influência dos Beatles, quando estavam em sua fase “Flower and Power”. Muitas das batas, camisões e pantalonas que vemos hoje em nossas ruas, praças, e até na igreja, foram uma influência direta da que é chamada a “maior banda de todos os tempos”, porém, são “politicamente aceitas” por muitas de nossas lideranças. A popularização do piercing foi em 1993 com o vídeo clipe “Cryin”, do Aerosmith, onde Alicia Silverstone apareceu com um piercing no umbigo. Uma banda de rock, uma balada romântica, uma jovem atriz linda. Elementos essenciais para fazer a moda pop ou cultura pop, que nada mais é do que uma mistura de culturas e costumes do mundo pós-moderno. Leornard Sweet, professor metodista e um dos mais interessantes pensadores cristãos de nossa época, comenta sobre tatuagens e piercings em seu e-book recente “The Dawn Mistaken For Dusk”. Ele diz que, a razão pela qual “body modi” é o assunto nº.1 nas listas de discussões e bate-papos de jovens cristãos com menos de 30 anos nos EUA, é pelo fato disto fazer parte da cultura jovem pós-moderna atual (e quase global), uma cultura onde a imagem é altamente valorizada.
A ironia disso tudo é que cirurgias plásticas e implante de silicone são coisas cada vez mais aceitas pelos cristãos modernos. Tem personalidades famosas do mundo evangélico brasileiro com o corpo siliconado

Todavia, como diz Sweet, “Cirurgia plástica é uma forma severa de alteração do corpo. Isto é aceito, mas brincos e tatuagens, não são?”. Na Bíblia lemos à história de Isaque que deu a Rebeca uma argola de seis gramas de ouro para ser colocada no nariz (piercing) e, após fazer isto, ajoelhou-se para adorar a Deus. Penso que se o primeiro ato fosse pecado ou considerado pagão, então Isaque não teria adorado a Deus em seguida. No livro de Êxodo, percebemos que as mulheres dos hebreus usavam brincos e argolas, os quais foram oferecidos como oferta dedicada ao Senhor para a construção do Tabernáculo. Novamente, não penso que Deus aceitaria de seu povo ofertas que representassem costumes pagãos.



O texto mais intrigante para mim se encontra em Ez 16.11-12: “Também te adornei com enfeites, e te pus braceletes nas mãos e colar à roda do teu pescoço. Coloquei-te um pendente no nariz, arrecadas nas orelhas, e linda coroa na cabeça” (ARA), onde o próprio Deus diz que adornou Jerusalém com jóias, pulseiras, colares, argolas para o nariz e brincos para as orelhas. Ao que parece, tais adornos não eram uma ofensa ao Senhor.

Uma vez que a Bíblia parece não condenar o uso de piercing, por que deveríamos nós? Nosso desafio não é condenar, mas orientar as pessoas (principalmente os jovens) para os riscos que existem em fazer estas coisas sem uma orientação profissional e cuidados de higiene e saúde. A pessoa está consciente dos riscos de inflamação, doenças contagiosas e “efeitos colaterais” diante da sociedade? Está consciente de que algumas alterações são irreversíveis e, mesmo diante da possibilidade de reversão, podem deixar marcas para o resto da vida? Mais ainda, precisamos falar sobre questões de identidade, valor pessoal e auto-imagem. Pois são estas as questões mais importantes para quem está considerando qualquer forma de alteração do corpo, seja uma plástica no nariz, implantar silicone, colocar um piercing ou fazer uma tatuagem.

Entendo que este é um assunto de grande interesse entre os jovens cristãos e, ao mesmo tempo, tremendamente controverso.

A primeira coisa que noto na maioria dos cristãos que condenam tatuagens e piercings como pecado é que eles se apóiam principalmente no texto de Levítico 19:28 que diz:
“Não façam cortes no corpo por causa dos mortos, nem tatuagens em si mesmos. Eu sou o Senhor”.

Eu tenho quase certeza de que esses mesmos cristãos que utilizam este texto para condenar tatuagem não encontram problema algum em barbear-se, vestir-se com roupas feitas com dois tipos de tecido, comer carne de porco ou lagosta ou ter um jardim em casa com plantas de diferentes espécies. Mas essas coisas também eram proibidas no Livro de Levítico. Tiago diz que se alguém quiser viver pela Lei, então deverá cumprir toda a Lei. Os cristãos, no entanto, não são justificados pela Lei e sim pela fé em Cristo. Quem conhece a Bíblia sabe qual deve ser a atitude e o comportamento do cristão de acordo com Grande Mandamento, ou o “novo mandamento” e a submissão ao Espírito Santo.



Em segundo lugar, gostaria de lembrar que, no meu entendimento, embora não exista nenhuma condenação bíblica para o uso de piercings ou tatuar-se, a Bíblia é clara quanto a uma coisa: não devemos exagerar em nada! Paulo fala sobre o vestir-se com modéstia e Pedro diz que devemos procurar a beleza interior, que é a que tem valor real para Deus. Muitas pessoas que fazem tatuagens e piercings fazem com a motivação de chamar a atenção para si ou até de chocar os outros, numa atitude rebelde. Tal atitude é claramente condenada por Deus em Isaías 3 onde o profeta diz que, por causa da arrogância das mulheres, Deus iria arrancar seus enfeites (incluindo piercing no nariz), suas roupas caras e raspar-lhes a cabeça num sinal de vergonha. Quando algo em minha vida se torna uma obsessão ou começa a ter mais importância que meu relacionamento com Deus e com o Seu povo, então tal coisa deve ser rechaçada. Por isso Paulo disse: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine… Tudo é permitido, mas nem tudo edifica.” (1 Coríntios 6.12; 10.23)

Finalmente, para qualquer pessoa que esteja considerando colocar um piercing ou fazer uma tatuagem, eu sugeriria que se se lembrasse do seguinte:

Como cristão, acredito que devemos orar e pedir a orientação de Deus em primeiro lugar. Será que isso é apropriado para minha vida?

A Bíblia diz que devemos honrar e obedecer aos pais. Então consulte seus pais antes de fazer qualquer coisa.

A Bíblia diz que o corpo do cristão é o templo do Espírito Santo. Por esta causa não devemos colocar nada em nosso corpo que desonre a Deus ou contrarie nossos valores espirituais. Imagens de nudismo ou que evocam violência, símbolos esotéricos, palavras de maldição, etc. estão fora de cogitação.

O mundo coorporativo e empresarial tende a desprezar pessoas tatuadas. Pense bem antes de fazer uma tatuagem, pois ela poderá lhe custar uma vaga de emprego no futuro.



Lembre-se de que possivelmente você irá ter esta marca em seu corpo o resto de sua vida. Não faça nada de que você venha se arrepender mais tarde!"

Autor: Sandro Baggio
Enviado por : Daniel Silva

Testemunho : Diego Roberto do Ministério DDL


quinta-feira, 7 de março de 2013

Se os sábios não fazem, os loucos farão!!!


"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes..."
I Coríntios 1:27

Se vocês grandiosos sábios, não querem fazer... Nós, “simplórios loucos” com certeza faremos, e o faremos com excelência! Porque viver a dinâmica do Reino de Deus, é um privilégio para poucos, porque quando o Grande Rei deseja que se cumpra uma destemida missão, este Rei enviará seus melhores guerreiros, fortes, valentes, e adestrados para a guerra... Em quanto alguns sábios cristãos brincam de casinha nos seus luxuosos templos, outros não se conformam com este mundo, e vão diariamente ao terreno do inimigo saquear o inferno, e por causa de sua ousadia e coragem, eles serão chamados de “loucos”...

Eu não trocaria minha vida de fé e renuncia, por esta vida de hedonismo, omissão e conformismo que grande parte da cultura cristã evangélica tem proposto no Brasil... Perdoem-me sábios cristãos, aprendi com a vida que tudo nela são escolhas, escolhi ser um louco, e não pretendo voltar atrás. Perdoe-me sábio cristão, porque escolho estar nos lugares errados com as pessoas erradas, eu sei que ainda que esteja fazendo o certo, isso te incomoda... Entenda uma coisa, minhas escolhas exigem de mim um estilo de vida alternativo, porque eu descobri com meu Grande Rei, que não é o fazer, é o “ser” que me torna apto para toda a boa obra, eu sou muito diferente de você sábio, porque você quer mostrar para os outros e para Deus, o que você sabe fazer, e o que você tem feito, eu me preocupo em agradar somente a Deus, e mostro para Ele quem eu sou, e hoje posso afirmar que sou o que sou, um louco, porque minha identidade esta afirmada não nas coisas que eu tenho feito, mas no “Grande Eu Sou”... Perdoe-me sábio cristão, se eu não tenho me preocupado com a minha reputação, eu sei perfeitamente que diante do meu túmulo haverá muitos de vocês, grandes sábios, zombando de mim, por terem me visto dezenas de vezes, abraçado a um mendigo, um travesti, ou uma velha prostituta... Saiba ainda que eu serei o louco morto mais feliz do universo, porque tenho a convicção de que a destemida missão que me foi confiada estará cumprida (pois para um verdadeiro guerreiro, missão dada é missão cumprida)... E ainda que minha famosa reputação não seja a das melhores, de acordo com padrões estabelecidos pelos sábios cristãos, a vida me ensinou também que: Reputação é o que os homens ao redor do meu caixão falarão ao meu respeito, agora “caráter” é o que os anjos falarão ao meu redor na eternidade, diante do Grande Rei... E hoje eu só me considero um louco, porque meu caráter jamais estará à venda!!!

Viagem Missionária ao Peru

Projeto Missionário Ide - Peru 2012 - Conexão Jovem - Um jeito jovem de buscar a Deus - Primeira Igreja Batista de Caldas Novas GO - Viagem Missionária